domingo, 19 de agosto de 2018

E o tempo passa.


Não dá para negar a verdade, quando olhamos os índices da educação em nosso país, fica difícil defender algo diferente do que passamos nesses últimos anos ou até décadas, sem aprofundar nas mazelas de nossa pequena história de país da para entender o porquê temos tantos problemas em diversas áreas em nossa vida.
A falta de uma educação que no mínimo possamos dizer decente reflete a nossa total ignorância e essa palavra não é aqui colocada como forma pejorativa e sim colocada como falta de conhecimento, em diversos segmentos o que nos impede de ter indústrias com níveis de desenvolvimento em tecnologia de ponta, estamos sempre a margem das grandes descobertas com raríssimas exceções.
Não sabemos votar isso é um fato, não temos os melhores candidatos é um fato, mas o pior é que isso se tornou um ciclo vicioso, pois não podemos esquecer que os candidatos surgem da sociedade e se não temos uma sociedade com cultura e educação suficiente para formar um país grande, logo teremos candidatos que não fará do Brasil um pais grande, esse ciclo vicioso jamais será quebrado sem um trabalho de educação muito sério, então parece fácil a solução! Não é bem assim que funciona se melhorar a educação os que ganham muito com a alienação desse povo ficará sem suas grandes fortunas, derivado de atos pouco s republicanos para não dizer de atos ilegais e de caráter totalmente abaixo do que se espera de representantes do povo, e ai falo de todas as esferas seja executivo, legislativo e judiciário. Eu sei, parece teoria da conspiração, mas cada vez mais acredito nessa possibilidade. Qualquer outra explicação me parece ideológica demais.
Neste momento estamos próximos de uma nova eleição no Brasil, essa será majoritária, confesso que não vejo muita esperança que algo será diferente, vejo um povo indignado sem dúvida, porém sem a mínima vontade de mudar isso, fica até difícil entender essa contradição, mas o famoso discurso idiota “não gosto de política” parece cada vez mas forte, infelizmente.