sexta-feira, 24 de junho de 2022

Meu fracasso, seu fracasso.

 

“Tudo bem, eu tenho alguns fracassos na vida, mas não são meus fracassos são os meus chefes, professores, familiares, enfim a sociedade que impôs a mim esses fracassos causados por elas contra a minha pessoa, sou vitima dessas pessoas, elas me perseguem”.

O fato é que ouvir isso está cada dia mais comum, ninguém mais acha que seu fracasso é causado por si mesmo e sim sempre pelos outros, esse sentimento típico de republiquetas bananeiras, como é o caso do Brasil e de toda a América Latina só aumenta, não há interesse em diminuir esse sentimento, claro que isso leva tempo e seria necessária uma grande reformulação no ensino educacional e cultural, tirando os péssimos “professores” que são mais uma turma de doutrinadores com inúmeras limitações de inteligência, cultural e moral.

Cada dia me convenço que essa situação tende a ficar cada dia pior devido a essa infiltração ideológica dos esquerdistas e suas doutrinas criminosas. Claro que devido a formatação como povo da América Latina isso se torna mais fácil de pregar e claro que também de aceitação pela sua população com sérios problemas cognitivo, a colonização e o vitimismo tornou a região um território fértil para esse discurso criminoso que os esquerdistas tem há séculos, a América Latina sempre no papel de coitadinhos explorados pelos imperialistas que vieram aqui e saquearam suas riquezas.

Óbvio que é inegável a forma exploratória de colonização feitam e sim, foi a causa e principalmente a fomentação desse revolta regional, e sim, isso é claro, mas já deveríamos ter superado esses traumas e seguidos em frente melhorando o desenvolvimento do continente em todos os aspectos, outros povos passaram por isso e não estão a séculos nesse mimimi histórico e vitimismo que temos na América Latina.

De tempos em tempos esse vitimismo e deficiência cognitiva colocam no poder grupos criminosos, com discursos populistas levando o país tempos depois a uma tragédia social, como vemos há tempos em diversos países da região como Venezuela, Bolívia, Colômbia e Argentina, o pior é que o povo da região não aprende com essas tragédias e tempos em tempos voltam a cair no canto dessa Sereia Criminosa.

O Brasil não foge disso, hoje temos um ladrão comprovado candidato a presidente com apoio de muitos brasileiros, a explicação disso é que em uma republiqueta de bananas isso é bem comum, o dia que não formos mais uma dessas republiquetas isso não será possivel de acontecer.

 

quinta-feira, 16 de junho de 2022

A mágoa da mágoa.

 

“Não se atreva ser contra minha opinião, não se atreva duvidar de minhas informações, não se atreva a não concordar comigo, Você vai-me magoar assim”.

Pois é, é bem isso que vemos hoje na chamada grande mídia e que cada dia espalha-se na população mais limitada da sociedade, onde encontra nesses discursos uma desculpa para seu fracasso intelectual e claro uma massagem para seu ego doente.

Temos ainda uma tentativa clara dessa chamada mídia de dizer que são eles quem determina o que devemos ou não acreditar e que eles como deuses salvadores da sociedade nunca deve ser contrariado.

A situação chegou a um ponto que essa turma se comporta como um partido político que perdeu a eleição e suas benesses, sendo assim o motivo para tal oposição ao governo atual, o ódio beira a loucura tanto que nem disfarçam mais, sabemos hoje o quanto essa mídia podre dependia do estado, hoje a crise bateu, os altos salários acabaram, vemos que atualmente eles “mamam” em instituições como sindicatos, entidades que representas profissões, são elas que tentam suprir a falta do estado em sustentar essa “mídia isentão”.

Mas o que eles não contavam é a internet, todo dia são desafiados nesse sentimento de deuses que eles possuem e não admitem que não são mais relevantes.

Hoje eles aplaudem tentativas de censura de um louco que está no STF brasileiro, eles vibram quando os que ousam contrariá-los são perseguidos e até presos.

O jornalismo profissional hoje está morto e sepultado, o que temos são militantes com microfones nas mãos, cheio de mágoas e que cada dia se encanta com ditaduras totalitárias e querem de volta a sua  “mamadeira com o eterno leite do estado”.

Não temos saída, ou vivemos sem a receita de vida apresentada por eles ou corremos o risco de sermos até presos por questionarmos suas palavras iluminadas vindo do além, das terras dos deuses, claro que um povo livre não pode aceitar que jornalistas se comportam como partidos politicos como existem no Brasil, esse é o grande desafio que o povo tem que resolver, exigindo de tais profissionais que voltem ou aprendam a serem jornalistas, onde a verdade é o único norte, não suas verdades militantes e com interesses próprios ou de sua classe e sim a verdade real, não importando o lado que esteja no poder.

Mas não vamos nos enganar, não será uma tarefa fácil, acabar com essa militância, nos chamados, meios de comunição tradicional. Eles são fortes e contam com a limitação intelectual de grande maioria da população, onde o analfabetismo funcional é um a pandemia que demora a ser curada se é que há interesse em ser curada.

O Brasil e toda América latina vive em um eterno atraso de inteligência politica, educacional e cultural, são sempre aberrações que ganham espaços entre seu povo, formados de grande maioria de idiotas uteis, uteis a essa facção criminosa esquerdista espalhada como erva daninha nesse continente.

O Judas que quer ser herói.

 

Bom dia meus queridos e bom sábado a todos. Permitam-me dividir com vocês algumas reflexões de um sábado ensolarado (23/04/2022) em um outono na zona oeste da capital de todos os Bandeirantes. Meus irmãos, a gratidão é um grande sentimento, além de nobre. Estou falando isso porque ontem acompanhei a LIVE dos irmãos Weintraub e do ex-ministro Ernesto Araujo no canal do you tube do Crítica Nacional.

Claro que todos os governos merecem críticas e ao atual do Brasil não seria diferente, mas analisando as falas fiquei impressionado como as pessoas mudam, ou não nesse caso, mas as falas parecem ser de alguém que nunca esteve no governo, aí você vai estudar mais a fundo e descobre que são candidatos que esperavam apoio do Presidente e não obtiveram, isso inclui o Critica Nacional que um de seus sócios também é candidato a deputado estadual.

Moro, Mandetta, Regina Duarte e Caiado e outros nunca me decepcionaram, pois nunca acreditei na honestidade deles, alias não acredito ainda. Mas os irmãos Weintraub e Ernesto Araujo não esperava tal mudança, olha, eles me enganaram muito bem, assim como, muitos do atual governo, apesar de logo no começo desse governo o caso da TV Escola já nos dava um aviso sobre o carácter do então Ministro da Educação.

Aqui em São Paulo o jogo político está mais quente que nunca e olhem que as mascaras estão caindo, e que mascaras heimm. E eu que achei que era muito esperto.

Muito poderia ser falado e eu não quero julgar ninguém, mas será que os projetos políticos pessoais são mais fortes que a gratidão? E pior, esse tal projeto político não apresenta nada de diferente, alias a disputa é sobre quem é mais conservador, esse é o único discurso apresentado.

Tudo bem, eu sei, o mundo perfeito não existe, no final todos querem ser donos de nossas opiniões, de nossos pensamentos, nossos valores e de nossas crenças, poucos nos querem livres de fato.

Agora  chamada “direita chupetinha” prega que são os únicos conservadores, ou melhor, os super conservadores, ninguém pode se mais conservadores que eles, então somente eles são os verdadeiros defensores desses valores e precisam que só eles recebam os votos dessa parcela da população.

É a receita pronta que quererem vender, lembra os esquerdistas, eu não abraço essa turma, obrigado.

terça-feira, 14 de junho de 2022

A Revolução sem sangue, e a jabuticaba brasileira.

 

A forma como o Brasil e os brasileiros tratam as suas revoluções é algo que um agrônomo talvez explique melhor, pois é como uma jabuticaba, uma criação de brasileiros, dizem.

Mas vamos entender um pouco essa ilação que humildemente faço, sem grandes pretensões, claro.

Todas as formas de revolução que conhecemos sempre teve muito sangue, mas claro que a criatividade do brasileiro ao longo de sua história não poderia deixar de mudar, essa até então, verdade histórica e até certo ponto lógica. Não vou aqui falar das lutas por diversas razões, que de fato, aconteceram na história do Brasil, não vou falar de “revoluções” por causas com fraudar impostos, por carne de sol (pelo menos é assim que chamo), enfim isso pouco importa, mas temos que ver o comportamento do brasileiro durante essas tais “revoluções”.

Esperar uma atitude revolucionaria do brasileiro, agora, onde passamos por uma total censura e busca constante dos senhores do país por acabar com a liberdade do povo a meu ver seria um pouco de inocência, eu sei que uma hora tudo muda, eu sei disso, mas não acredito que o momento seja agora. Temos hoje um povo em sua grande maioria totalmente limitado intelectualmente, muito fomentado pela chamada “pátria educadora” seu mentor e inspirador o psicopata Paulo Freire, chamado pelo seus seguidores de educador.

Nunca o construtivismo teve tanto apoio nas escolas com pseudos professores completamente despreparados e alienados, criados e doutrinados para continuar praticando o tal do construtivismo, mesmo que alguns deles nem saibam o que é isso, isso pouco importa, o importante é seguir a cartilha.

Como sempre esperamos um salvador para cuidar de nós e de nossa pátria, como sempre fugimos quando o assunto é derramar nosso sangue por um objetivo, como sempre queremos um escudo para levar pancadas por nós.

O grande problema e também a solução do Brasil é sem dúvida o seu povo, é necessário mudar o seu nível intelectual e fazê-lo entender que só ele pode mudar esse país para melhor e não viver elegendo vigaristas esquerdistas que vivem em função da ignorância desse povo.

 

quarta-feira, 8 de junho de 2022

Tudo poderia, mas não deveria.

 

Falar sobre perdas são sempre complicadas, ainda mais quando somos parte dessa perda, o que poderia falar do meu pai, claro sou parte dele, devo-lhe a vida e sou reflexos das lições aprendidas, óbvio que as pessoas moldam-se durante a vida e para muitos sobram poucos reflexos da educação familiar com o passar dos anos.

Passado algum tempo vejo esse sentimento com muita tranquilidade, mas ainda com aquela sensação que poderia ter aproveitado mais sua passagem por aqui.

Claro que ninguém é perfeito e certamente ele não era, mas tudo tem um porque, afinal ele também era reflexo do seu tempo e de seus aprendizados, evidentemente que demorei muito para entender, como se perde tempo com coisas pequenas e respostas fáceis, claro que hoje em encaro dessa forma e hoje tais respostas se tornaram pequenas e fáceis.

Lembro que ao entender as mensagens passadas, vejo que ele também aprendeu com seus erros, tornou-se mais calma, claro ainda com seus valores e crenças e nem poderia ser diferente, nem tudo se muda e nem deve, algumas coisas temos que carregar conosco, mesmo que muitas vezes nos cause algumas rusgas, mas não tem como evitar isso, vivemos em sociedade e com pessoas diferentes.

Um novo tempo vem para a família, estamos ficando mais velhos e perdendo membros, isso é normal, infelizmente ou felizmente, não vou entrar nessa questão quase filosófica da importância de morrer, confesso que não estou preparado para tais debates, e talvez nunca esteja, mas estamos indo. O que será de nós, certamente não saberemos com antecipação mas certamente as lições terão que ser aprendidas.

Ficou um vazio, ficou a saudade, alias abusando das palavras, ficaram as saudades. Como sempre  ficaram aquelas sensações que tudo poderia ser diferente e melhor.

Que Deus o tenha recebido bem, assim como nossa mãe e nosso irmão. Que Deus nos dê sabedoria para viver, encarar e entender esse novo tempo que estamos passando. Amém.

 

 

 

 

Minha casa sem fronteiras.

 

O mundo sem fronteiras, esse é grande objetivo e não é de agora, há anos que globalistas tentam emplacar essa narrativa, sabemos que essa ideia de acabar com os chamados estados nacionais surgiu após na II guerra mundial diante de uma Europa destruída que sempre teve um louco querendo dominar, através da força todo o continente. Então surgiram a U.E, OTAN, uma tentativa de unir em torno de um discurso e evitando que uma nação se erga diante das outras como a história do continente sempre mostrou ao longo de séculos de história.

O interessante que no caso da OTAN o principal parceiro e contribuidor são os Estados Unidos e claro que isso dá lhe uma forte influência, e mesmo dependendo financeiramente dos americanos os diversos governos europeus tentam de toda forma fazer um contra ponto ao governo americano, principalmente no governo liderado por Trump, em pautas globalistas,  econômicas ou de valores.

A dependência europeia dos americanos, tende a mudar caso o grande dragão comunista da China reverta sua também dependência ainda econômico e comercial dos americanos e que principalmente consiga implantar suas agendas esquerdistas no território americano, esse na verdade é o grande objetivo do regime comunista chinês, pois assim feito não dependeriam do humor de governos que possam assumir o país norte americano.

Esse processo torna-se mais claro que o governo Biden, um louco com poucos valores familiares, que até com pedofilia já teve seu nome ligado, além da corrupção que tem seu filho como protagonista na Ucrânia.

Essas denuncias são diariamente abafadas pela chamada grande mídia que “mama nas tetas desses globalistas”, obviamente que isso nem sempre dá certo, pois Biden é um aloprado ambulante.

É hora de muita atenção, a liberdade como conhecemos está sob ataque, é hora dos fortes baterem de frente contra essa escória que tem como a única intenção um projeto de governo mundial.

 

terça-feira, 29 de março de 2022

Debatendo as discussões.

 

Nunca se discutiu tanta política no Brasil como agora, tudo atualmente acaba em debates, discussões e até brigas políticas. Esse é um fenômeno que vem já de alguns anos, mas a situação só aumenta os ânimos exaltados.

A discussão sobre política a meu ver é muito saudável, diferente de muitos, não acho que devemos parar com essas discussões, corro o risco aqui de falar coisas fora do contexto, mas que também reflete o momento dessas discussões e quanto estamos preparados para tais, obviamente que me incluo na bancada de debates que se tornou o Brasil, e claro, que também estou limitado nesse preparo que temos ou não paras os temas.

As consequências estão sendo sentida no nosso dia a dia é vejo isso com muito otimismo, pois é, hoje temos um ditadura do STF, e conseguimos ver claramente o que sempre norteou essa cúpula de ordinários de togas na história da republica, sempre claro disfarçando a cumplicidade entre poderes de “harmonias” entre poderes. Isso acho que todo brasileiro médio consegue ver, tenho certeza que sem esse debate ou discussão, como queira, política não aconteceria, aquela máxima que política não se discuti já ficou para trás e temos que discutir sim e muito.

Temos uma esquerda perdida que tenta de todas as formas ficar no poder, claro que eles tem uma grande vantagem sobre nós, os conservadores, estão há anos aparelhando todas as instâncias da republica e estão colando esse aparelhamento para destruir qualquer tentativa da chamada direita estabelecer um discurso no Brasil. Falo em chamada direita porque não temos uma direita no Brasil, longe disso, temos grupos de várias turmas tentando algo, alguns na linha de frente outros nas bases tentando levar intelectualidade, mas todos ainda de forma bem dispersa, claro que não podemos esquecer do grupos de histéricos que ficam em lives na internet mas não tem a coragem de levantar da cadeira é ir as ruas encarar a luta, esses são os piores, como donzelas dignos dos livros da idade média, gritam com loucas pedindo salvação, mas não ajudam o cavaleiro a salvá-la . A direita no Brasil está na internet em lives, tirando selfies, onde menos deveriam estar, mas sim atuando no legislativo, executivo e judiciário, buscando sempre ocupar espaços.

Vamos ter uma nova oportunidade em 2022, mas confesso que não vejo atualmente grande chances desse quadro mudar, a direita continua nos mesmos erros.