A forma como o Brasil e os brasileiros
tratam as suas revoluções é algo que um agrônomo talvez explique melhor, pois é
como uma jabuticaba, uma criação de brasileiros, dizem.
Mas vamos entender um pouco essa
ilação que humildemente faço, sem grandes pretensões, claro.
Todas as formas de revolução que
conhecemos sempre teve muito sangue, mas claro que a criatividade do brasileiro
ao longo de sua história não poderia deixar de mudar, essa até então, verdade
histórica e até certo ponto lógica. Não vou aqui falar das lutas por diversas
razões, que de fato, aconteceram na história do Brasil, não vou falar de
“revoluções” por causas com fraudar impostos, por carne de sol (pelo menos é
assim que chamo), enfim isso pouco importa, mas temos que ver o comportamento
do brasileiro durante essas tais “revoluções”.
Esperar uma atitude revolucionaria do
brasileiro, agora, onde passamos por uma total censura e busca constante dos
senhores do país por acabar com a liberdade do povo a meu ver seria um pouco de
inocência, eu sei que uma hora tudo muda, eu sei disso, mas não acredito que o
momento seja agora. Temos hoje um povo em sua grande maioria totalmente
limitado intelectualmente, muito fomentado pela chamada “pátria educadora” seu
mentor e inspirador o psicopata Paulo Freire, chamado pelo seus seguidores de
educador.
Nunca o construtivismo teve tanto
apoio nas escolas com pseudos professores completamente despreparados e
alienados, criados e doutrinados para continuar praticando o tal do construtivismo,
mesmo que alguns deles nem saibam o que é isso, isso pouco importa, o
importante é seguir a cartilha.
Como sempre esperamos um salvador para
cuidar de nós e de nossa pátria, como sempre fugimos quando o assunto é
derramar nosso sangue por um objetivo, como sempre queremos um escudo para
levar pancadas por nós.
O grande problema e também a solução
do Brasil é sem dúvida o seu povo, é necessário mudar o seu nível intelectual e
fazê-lo entender que só ele pode mudar esse país para melhor e não viver
elegendo vigaristas esquerdistas que vivem em função da ignorância desse povo.
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