Resolvi alguns
meses atrás seguir alguns correspondentes internacionais que moram aqui no
Brasil pelas redes sociais, estava curioso em saber como reportavam aos seus
países e para o mundo nossas mazelas, comecei alguns meses antes das eleições
gerais de outubro de 2018, período interessante desde ano, uma característica é
que todos eles se concentram pelo que percebi em grande maioria no Rio de
Janeiro, poucos em São Paulo e pouquíssimo em Brasília, a visão deles sobre o
Brasil por incrível que pareça e tirada pela grande mídia brasileira, principal
mento os jornais de circulação nacional, se pensarmos até parece lógico, afinal
quando chegamos em algum lugar que não conhecemos procuramos nos informarmos
sobre como é a vida deste lugar, claro
que ler os jornais locais é uma das opções mais plausíveis.
Um segundo
passo foi pesquisar entre eles o quanto tempo estavam no Brasil, percebi que quase
sua totalidade estava aqui no Brasil há mais de três anos, tempo suficiente
para enxergarem além da praia de Copacabana, Rua Oscar freire ou explanada dos
ministérios em Brasília, no entanto isso não ocorreu, eles ainda continuavam
buscando fontes como folha de são Paulo, o globo, estadão e outros conhecidos
da mídia escrita e eletrônica, assim como as grandes redes de televisão.
As noticias
por eles reportados são muito parecidos como o que temos aqui, mas o que deu
para perceber claramente e que não tem muitas investigações próprias e
principalmente com forte viés ideológico, realmente essa parte me deixou
surpreso, não sei bem qual o critério para escolherem os correspondentes para o
Brasil, mas parece que ser de esquerda é uma das exigências, claro que estou
falando de maneira superficial, pois não tenho dados desses critérios, mas essa
tendência é bem claro quando notamos seus artigos enviados as suas sedes.
Isso tem
reflexo de como o mundo enxergam o nosso país, a primeira vista não teria
problema, mas os especialistas dizem que pode afetar até a área econômica, não
sei ao certo, mas o novo governo terá sérios problemas para mudar sua imagem no
mundo, pois as noticias enviadas não são nada favoráveis o seu futuro governo.
Declarações
polêmicas como a mudança de embaixada de Israel para Jerusalém, as criticas ao
acordo climático de Paris, não beneficiam a melhora dessas relações, até acho
que precisa ser mais bem explicado, mas as manchetes caem como uma bomba no exterior.
Teremos
muitas emoções na área diplomática, sem dúvida com o novo chanceler.