quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Made in Brazil.


Resolvi alguns meses atrás seguir alguns correspondentes internacionais que moram aqui no Brasil pelas redes sociais, estava curioso em saber como reportavam aos seus países e para o mundo nossas mazelas, comecei alguns meses antes das eleições gerais de outubro de 2018, período interessante desde ano, uma característica é que todos eles se concentram pelo que percebi em grande maioria no Rio de Janeiro, poucos em São Paulo e pouquíssimo em Brasília, a visão deles sobre o Brasil por incrível que pareça e tirada pela grande mídia brasileira, principal mento os jornais de circulação nacional, se pensarmos até parece lógico, afinal quando chegamos em algum lugar que não conhecemos procuramos nos informarmos sobre como é a vida deste lugar,  claro que ler os jornais locais é uma das opções mais plausíveis.
Um segundo passo foi pesquisar entre eles o quanto tempo estavam no Brasil, percebi que quase sua totalidade estava aqui no Brasil há mais de três anos, tempo suficiente para enxergarem além da praia de Copacabana, Rua Oscar freire ou explanada dos ministérios em Brasília, no entanto isso não ocorreu, eles ainda continuavam buscando fontes como folha de são Paulo, o globo, estadão e outros conhecidos da mídia escrita e eletrônica, assim como as grandes redes de televisão.
As noticias por eles reportados são muito parecidos como o que temos aqui, mas o que deu para perceber claramente e que não tem muitas investigações próprias e principalmente com forte viés ideológico, realmente essa parte me deixou surpreso, não sei bem qual o critério para escolherem os correspondentes para o Brasil, mas parece que ser de esquerda é uma das exigências, claro que estou falando de maneira superficial, pois não tenho dados desses critérios, mas essa tendência é bem claro quando notamos seus artigos enviados as suas sedes.
Isso tem reflexo de como o mundo enxergam o nosso país, a primeira vista não teria problema, mas os especialistas dizem que pode afetar até a área econômica, não sei ao certo, mas o novo governo terá sérios problemas para mudar sua imagem no mundo, pois as noticias enviadas não são nada favoráveis o seu futuro governo.
Declarações polêmicas como a mudança de embaixada de Israel para Jerusalém, as criticas ao acordo climático de Paris, não beneficiam a melhora dessas relações, até acho que precisa ser mais bem explicado, mas as manchetes caem como uma bomba no exterior.
Teremos muitas emoções na área diplomática, sem dúvida com o novo chanceler.

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Um terceiro turno.

Agora começou as caças a bruxas, tudo que não me agrada eu sou contra, não importa se é uma causa política, social, enfim não importa, tudo virou motivo de protestar, isso é a famosa polarização que tomou conta do Brasil e pelo jeito vai continuar por muito tempo.
Claro que temos e devemos ter nossas opiniões, claro que temos e devemos expor tais opiniões, mas quando se trata de causas humanitárias devemos ter um pouco de sensibilidade humana, ações de ajuda, ações de solidariedade são atacadas com pautas políticas, não deveria ser assim, mas não tem jeito, o ódio cresceu de tal maneira que não levam em conta que as eleições acabaram.
Muitas vezes quando estamos debatendo certos assuntos, vem logo aquela famosa palavra que devemos estudar mais sobre o assunto, não tenho dúvida que estudar é sempre útil e isso deve ser sempre, questões políticas ou de não devem ser sempre bem vindas e com que todos devemos ter o máximo de respeito, não temos que parar com isso de debater, para muitos isso é ruim, mas o fato de haver mais discussões só reforça o aumento no interesse pela política que para qualquer país é muito bem bom, esperamos que aqui no Brasil também tenha um resultado positivo, mas não vamos esperar  isso rapidamente, ainda acredito que teremos muitas emoções e debates acalorados.

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

E hora de continuar.


Tudo acabado, já temos um novo presidente que assumi em janeiro de 2019, o que vemos agora são as mágoas aparecendo, os derrotados cheios de desculpas e a famosa choradeira, mas é hora de começar a transição para um novo governo, mal acabou a eleição começam as disputas de espaços nessa nova administração, é claro que imprensa conta tudo como se fosse um programa de fofocas, muito comum para discutir a vida de celebridades, serão dois meses de histórias, muitas manchetes e longas reportagens, não se discuti a importância da informação, afinal se trata de um assunto que interessa a todos nós brasileiros, mas o que irrita são as especulações sem comprovações, que no momento toma dimensões absurdas.
Ao que parece pelos sinais dados teremos um governo totalmente diferente do que vimos nos últimos anos, se vai se bom ou não ainda não temos como saber, o que vemos é que as estruturas da velha política tremem isso é um bom sinal.
Neste momento temos alguns ministros anunciado, vemos o famoso juiz assumir o ministério da justiça, uma senhora do setor agrícola assumir o ministério da agricultura, vemos que são nomeações técnicas, não se pode negar que eles não são nomeações políticas até que provem ao contrário, mas também não são salvadores da pátria, não se pode ter esperanças que tudo vai  resolver rapidamente, sabemos que os problemas do Brasil são complexos e precisa de tempo para resolver, portanto vamos ter que ter muita calma.
O que preocupa são os nossos parlamentares, vemos que essa ausência de influencia no novo governo começa a digamos sabotar essa transição, com votações nada populares como aumento de salário do judiciário, esses senhores acostumados com toma lá da cá, estão preocupado e tentarão de todas as maneiras enquadrarem o novo governo buscando vantagens, é aquela famosa luta de poder em Brasília, que normalmente não reflete a vontade da maioria do povo brasileiro. Dias movimentos estão chegando.


sexta-feira, 26 de outubro de 2018

E por falar em saudade.


O que é ser isento? Bom, essa pergunta é muito difícil de responder se formos analisar as instituições no Brasil, não deveria ser assim, pois ser isento é basicamente não tomar partido, agir de forma igual para todos os lados.
A imprensa no Brasil vive um período triste nestas eleições de 2018, sabemos que alguns grupos de mídia jamais tiveram essa atitude de ter um editorial isento, mas o que mais deixa todos os consumidores de notícias desses grupos irritados é a falta de transparência, ora se quer apoia algum candidato porque não é claro nessa posição? Estamos falando de política, neste momento complicado que passamos muitos desses grupos não querem declarar seu apoio, no entanto deixa claro sua posição se obsevarmos o seu editorial. Qual seria o problema então de se declarar para um lado? Olhando de fora fica difícil entender, o que parece é algo bem grande por trás desta posição, muitas teorias surgem, mas o que mais parece ser  é a famosa verba publicitária, essa tal verba já foi usado de forma bem pouco republicano nos governos do partido dos trabalhadores, quando surgiram aos montes os chamados blogs sujos, claramente financiado por esses governos para atacar a chamada imprensa isenta, apesar de que essa chamada imprensa isenta também se beneficiava de uma parte dessas verbas, alias como faz até hoje.
Se pensarmos desse jeito podemos dizer que não temos uma imprensa isenta, e isso fica claro quando um dos candidatos fala abertamente em cortar toda a verba de toda a mídia, após essa declaração, a guerra foi declarada, vemos de tudo até de denuncia sem provas, pelo menos até o momento que estou escrevendo esse post, notamos que esses ataques tentam de toda maneira desestabilizar essa candidatura, claro que não existe nenhum santo, mas usar pesos e medidas diferentes para uma mesma situação onde o que diferenciam e do partido que pratica me parece algo perigoso e pouco democrático.
O que fica claro, talvez o fim dessa imprensa partidária, é que hoje percebemos um novo tipo de eleitor, esse eleitor não está mais levando em consideração o que os jornais, rádio e TV dizem para votarem, claro que isso deixa no ar a própria existência desses grupos como são hoje, terão que se reinventarem, os analistas que até então com suas analises cheia de palavras que deixava os dicionários empolgados hoje em dia não encontra eco nas mentes dos eleitores, temos outras fontes de informação e a democratização das notícias pela internet foi vital para essa liberdade de escolher onde e como teremos tais informações, o contra ataque da mídia tradicional é a credibilidade dessas fontes na internet, de fato é algo que precisa melhorar muito, e a escolha de uma boa fonte não é nada fácil, apesar  disso acredito que é válido essa nova maneira de informações e acredito que o passar do tempo essa credibilidade vira naturalmente.
A moda atual e falar que a política velha está deixando de existir, mas fica a pergunta quem sempre esteve com essa forma de política também estará com seus dias contados? Se sim então está decretado o fim da imprensa velha.

sábado, 13 de outubro de 2018

Sinais, fortes sinais........


Sinais, fortes sinais. Bom essa frase não é minha, se tornou muito famosa nas eleições de 2018, usado pelo candidato Eymael do partido Democracia Cristã, esse candidato se tornou quase uma lenda nas campanhas presidenciais mas nunca ganhou para esse cargo, sua carreira política teve destaque na constituinte de 1988 onde foi eleito como deputado federal.
Porque resolvi usar essa frase do candidato! Neste momento de uma incerteza geral sobre o que  vai ocorrer após essas eleições devemos prestar atenção nos sinais, mesmo que não seja assim tão fortes, muitos falam mal dessa loucura que virou o debate sobre política, o mais radical diz  que vamos caminhar para um genocídio em massa da minorias e que a democracia corre sério riscos, os defensores dessas ideia são sempre aqueles que pertence a pseuda intelectualidade, essa mesma que sempre disse quem nós limitados de inteligência deveríamos votar, esses frustrados ao meu ver, são os grandes culpados desse lamaçal que hoje temos no Brasil, isso em diversas áreas da sociedade, usaram e abusaram das maravilhas do poder, óbvio que estão com medo de perder isso, como disse o presidente Temer “temos que manter isso”,  ficam perplexos quando percebem que não tem mais esse poder  e se quiserem ter influência novamente vão ter que se reinventar, o caso mais clássico é do FHC, hoje suas opiniões são motivos de piada, ninguém quer mais saber o que esse senhor pensa, aliado a ele tem muitos outros, artistas que perderam qualquer tipo de influência, tinham um domínio sobre seus convertidos que hoje não tem mais, temos um momento que o desejo é  andar pelas próprias pernas, cansados de verem seus problemas esquecidos, tendo que ver jogado em suas caras uma vida de privilégio graças ao seu dinheiro por uma minoria que não conhece suas realidades, essa gente quer pautar as essas pessoas coisas como, liberação das drogas, assuntos de gênero, machismo etc., assuntos importantes mas não prioritário no dia a dia dessas pessoas, elas tem que conviver com saúde precária, violencia em escalas jamais vista.
Esses pseudos intelectuais, dizem que a violência aumentou nas eleições, essa versão não cola para quem assiste violência todos os dias, para essas pessoas não mudou nada, elas convive com isso há décadas, parece que agora essas pessoas descobriram como resolver isso da forma mais cruel para esses pseudos intelectuais, O VOTO.
Em minha opinião a democracia nunca esteve tão sólida, estamos amadurecendo no aspecto democracia, vamos dar algumas caneladas, mas é assim que aprendemos.
Aos pseudos intelectuais, uma frase também dessa campanha eleitoral, a frase PERDEU.
Ao Brasil, sinais, fortes sinais. Sinais de novos tempos com muita luta, mas com a sabedoria de ter aprendido como usar um pouco melhor a nossa maior arma e ainda temos muito a aprender. VIVA O VOTO.

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Os Gringos modinhas


A onda agora é artistas estrangeiros palpitar sobre a política brasileira, até ai tudo bem, mas vejamos o oportunismo, onde eles estavam quando o Brasil era roubado por essa esquerda canalha? A coisa é tão bizarra que eles não têm coragem de falar sobre o que acontece na Venezuela atualmente, ou seja, não dá pra levar a sério, conheçam melhor o Brasil depois vamos conversar.

domingo, 7 de outubro de 2018

Reta final 2018


Segundo semestre do 2018, época de eleições gerais no Brasil, temos nesse momento uma polarização jamais vista no últimos tempos, um candidato lidera toda as pesquisas, ele está de um lado com pronunciamentos polêmicos no mínimo, como cortar verbas governamentais aos grupos midiáticos, fala abertamente contra o aborto políticas de gêneros na escolas para crianças entre tantos outros, por outro lado os grupos contrários o chamam de racista, machista e por ai vai, de outro lado juntaram todos os demais atacando o candidato capitão com todas as forças, manifestações como “ele não” e “ele sim” tomaram forças nas ruas, tornou-se uma eleição plebiscitária, isso é muito ruim pois temos uma eleição que vamos votar em quem não queremos para o outro que também não queremos ganhe, isso é de uma gravidade enorme e com consequências terríveis.
Essa terrível contradição que passamos nesse momento tende a nos levar para um divisão do país  ainda maior, onde o lado perdedor não vai aceitar assim de boa, tornando a vida do próximo governo incontrolável no aspecto de instabilidade política que tanto precisamos.
No entanto talvez essa divisão seja interessante, pois nunca se falou tanto de política como agora, claro que temos situações indesejáveis como briga entre amigos e  principalmente os almoços familiares ficaram complicado juntar todos em volta de uma mesa, talvez seja o preço a pagar para que finalmente tenhamos noção de como a política é importante para todos, o que hoje não temos, alias muitos falam com boca cheia que não gosta de política, como se isso fosse motivo de orgulho.
Estamos longe de um país cidadão, ainda lutamos muito pelos nossos direitos, vemos ainda como temos necessidade de votar em populistas ou em  candidatos vazios apenas porque são artistas, não levamos o conteúdo e as propostas em consideração, misturando tudo isso temos uma bomba pronta para explodir.
Ao chegar próximo das eleições temos a sensação que estamos indo para o calabouço, confesso que tento ser otimista, acredito que tudo tem seu lado positivo e espero muito que ao sair dessa polarização tenhamos sabedoria e calma para tirar o melhor possível de todo esse momento de nervos a flor da pele.